6 Historização
Histórias da Informação: Capurro versus Gleick.
Separar “Hiperluminismo” de “Explodismo”? Pode fazer mais sentido delinear quatro grandes eras informacionais ao invés de três.
Com a estadística, a relevância e ocorrência estatística passam a substituir as tipificações ideais. Tipos são agrupados conforme a ocorrência e relevância.
“Le moment cybernétique: la constitution de la notion d’information”,
Triclot (2008).
Histórico recente em Falleiros (2024) págs. 85-87.
“A informação após a virada cibernética”, Santos (2003).
Tratar mais da influência pitagórica nas teorias/doutrinas das formas.
Informação seria parte da “fruta proibida” de um cosmogonia ocidental? Mas “informação” não é exatamente “conhecimento” por não encerrar todas as perspectivas do conhecer.
A seguir, a Teoria da Comunicação Hackeada.
Informação como seleção de possibilidades1.
Educação (informação) das regras morais e leis de um Estado em Cícero2.
Resumo sobre a ideia aristotélico-escolástica de informação, incluindo a individuação3.
“How Data Happened”, Wiggins (2022).
“The Information Bandwagon”, in Kline (2015) Cap. 4.
“The Printing Press as an Agent of Change”, Eisenstein (1980).
“Nascimento da estatística”, em “Segurança, Território, População”,
Foucault (2008).
“Nexus: uma breve história das redes de informação, da idade da pedra à inteligência artificial”, de Yuval Noah Harari.